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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 5, p. 544 - Chegando ao continente, no México, Cortez só vê uma alternativa para vencer a indecisão de seus homens: naufragar todos os barcos, de modo que não haja caminho de volta às ilhas. (Museu da América, Madri). |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 6, p. 545 - Atravessando os canais protetores Cortez chega à fabulosa metrópole asteca. Montezuma não opõe resistência: vê no espanhol o poderoso deus Quetzlocatl (Museu da América, Madri). |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 7, p. 546 - Para aterrorizar os indígenas e força-los à submissão total, Cortez ordena que sejam decepadas as mãos dos melhores guerreiros (Museu da América, Madri). |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 8, p. 547 - Ao Império de Carlos V juntava-se agora o continente americano; no apogeu da glória, o imperador se fez retratar pelo famoso Ticiano (Museu do Prado, Madri). |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 9, p. 548 - Desconhecidos pelos astecas, os cavalos são para eles "monstros que soltam fumaça pelas narinas". No dorso de um desses monstros, o chefe espanhol surge como um deus (Museu da América, Madri). |
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Poitiers, Saint-Hilaire, Notre Dame, la Grande, Paris. Impression Presses Monastiques à Saint Marie de la Pierre-qui-vire, (Yonne) Helios Imprimerie Humbolt, a Nancy. Maquette de l'atelier du Coeur Meurtruy. 1962. Notre Dame Fig. 21 - Notre Dame, la Grande: detalhe da escultura da fachada, casa e empregada, cena da Visitação. |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 10, p. 549 - Cabe a Tlaloc, deus da chuva, uma função importante: sugando a água do solo, transforma-a em nutritiva linfa, que dá vida aos vegetais. (Museu Histórico e Antropologico, México). |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 11, p. 550 - Segundo a lenda, uma águia em migração pousou numa ilha, determinanado o lugar da futura capital asteca. Penas desta ave aparecem como tema frequente da arte indígena (Museu Histórico e Antropologico, México). |
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Cortez (1485-1547). In Grandes Personagens da História Universal, Volume 3. Editora Abril Cultural. São Paulo, 1971. América - História Fig. 12, p. 551 - Destruindo os ídolos astecas, os espanhóis pretendem arrasar moralmente os nativos. Em lugar de seus objetos de culto, colocaram imagens de santos católicos (Museu da América, Madri). |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. 1/4, p. 110 - Aspectos da reconstrução nacional. |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. Única, pp. 110/111 - Guernica, a "vieja villa adoptada por el Caudillo", destruída pelo fogo experimental dos nazis e universalizada por Picasso. |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. 2, p. 110 - Pablo Picasso, imortalizou Guernica. |
| 10898 |
Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. 2, p. 111 - Guernica, destruída pelo fogo experimental nazi a 26 de abril de 1937. |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. 1, p. 112 - A renda per capita caiu, nos anos 40, aos níveis do século XIX . Os salários reais baixaram à metade dos pagos durante a República. |
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Bovini, Giuseppe Chiesi di Ravena. Musei e Monumenti. Istituto Geografico de Agostini. Novara, 1957. Igrejas de Ravena Fig. 109, p. 114 - Igreja de São Vital: Parte exterior da absídia. |
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Hofmann, Albert von Bilderatlas zur politischen Geschchte der Deutschen. Stuttgart, Berlin und Leipsig. Deutsch Verlags, Anstalt, 1928. História Política Alemã Fig. 62, p. 56 (b) - Aspecto interno da Igreja de São Pedro em Hirsau, 1082-1091; reconstrução. Construída de acordo com as regras de Cluny. |
| 10900 |
Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. 1, p. 113 - Muitas vezes a prometida ajuda ao campo, se esfumou em contra-reformas e "pertinazes secas". |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. Única, p. 115 - A destruição e a miséria também foi denunciada pelos republicanos. O cartaz "Socorro rojo" contrasta com a campanha franquista contra a "bárbara desolación de la horda". |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista "Fig. Única, p. 117 - "La verdad no teme, ni ofende. Sobre la ruina del marxismo edificaremos la nueva España". A ditadura, com a verdade ao seu lado, cresceu entre a miséria e a "sed de Imperio"... |
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Sueiro, D. e Nosty, B. D. Historia del Franquismo. Ed. Sedmay. Tomo 1. Madrid, 1978. Guerra Civil Espanhola: Franquismo - Movimento Anarquista Fig. 1, p. 123 - A atribuição à conjura judeu-maçônica a tudo contrariava seus desígnos,chegou a converter-se numa obsessão para Franco. Em 1940, firma uma lei de repressão à maçonaria e ao comunismo. |