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Cunha, Lygia da Fonseca Fernandes da Álbum Cartográfico do Rio de Janeiro (séculos XVIII-XIX). Divisão de Publicação e Divulgação da Biblioteca Nacional. Ministério da Educação e Cultura. Rio de Janeiro, 1971. Rio de Janeiro - Cartografia, séculos XVIII-XIX Fig. 2 - Folha de rosto do caderno explicativo dos mapas. |
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Cunha, Lygia da Fonseca Fernandes da Álbum Cartográfico do Rio de Janeiro (séculos XVIII-XIX). Divisão de Publicação e Divulgação da Biblioteca Nacional. Ministério da Educação e Cultura. Rio de Janeiro, 1971. Rio de Janeiro - Cartografia, séculos XVIII-XIX Fig. 1 - Comunicação explicativa da bilbiotecária Lygia da Fonseca Fernandes da Cunha, chefe do seção de Iconografia da Biblioteca Nacional, sobre a publicação do Álbum Cartográfico. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XXV - Uma das cartas da época do códice intitulado "Descripción Sumaria de las Índias", atribuído a Juan Lopez de Velasco, cerca de 1574, na qual o Meridiano de Tordesilhas está traçado segundo a concepção espanhola (original Mapoteca do Itamaraty). |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XXIV - Representação esquemática do contôrno no do litoral brasileiro nas cartas de Diogo Ribeiro (1525 e 1529), cujo traçado já se mostra mais próximo da realidade em comparação com o de uma carta moderna do Brasil. O mesmo se pode dizer da posição do meridiano de Tordesilhas, cujo desvio para o oeste revela um erro muito menos em confronto com o de outras cartas da época. |
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Ribault, Jean Yves La Cathédral de Bourges. Les Nouvelles Éditions Latines. Paris. Catedral de Bourges Fig. 15, p. 20 - O pórtico de São Guilherme. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XXIII - Uma das cartas do chamado Atlas de Egerton, nº 2803, cuja fatura remonta a 1509, no qual se vê assinalada, no canto inferior direito, a "insula de s. ioanne baptista", hoje, Fernando de Noronha. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XXII - Carta que ilustra a primeira edição de 1511, das "Décadas", de Pedro Martir d'Anguiera. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XXI - Uma das cartas parciais da Costa do Brasil, do "Roteiro Atlas", de Luiz Teixeira (cerca de 1586, segundo estudos mais recentes) e que mostra a região onde ocorreram os fatos narrados na Carta de Caminha, relacionados com a abordagem e permanência da armada de Cabral nas terras do Novo Mundo. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XX - Rota provável de Pedro Álvares Cabral (1500) e outra rotas atlânticas (projeção Mercator). Reprodução do livro "Descobrimento do Brasil", conferências de Gago Coutinho pronunciadas no Liceu Literário Português, Rio de Janeiro. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XIX - Desenho concebido em substituição ao que está reproduzindo na obra de Jaime Ferrer (não localizada). Interpreta a concepção do célebre cosmógrafo catalão, mainfestada em 1495 aos reis católicos, com relação às pretenções portuguesas de posse de terra austrais, a 370 léguas a oeste do meridiano das ilhas de Cabo Verde para efeito de comparação, está reproduzido em detalhe, o pequeno desenho que figura na obra de Navarrete. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XVIII - Representação esquemática do litoral brasileiro e do traçado do meridiano de Tordesilhas nas cartas de Luiz Teixeira (português) e de Juan Lopez de Velasco (espanhol) em comparação com o contôrno de mapa atual do Brasil e a verdadeira posição daquela tão discutida linha. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XVII - Representação esquemática da carta de Vaz Dourado (1568) e da linha de contorno do Brasil em relação ao meridiano de Tordesilhas. O desvio para o leste, representando na citada carta, revela o propósito dos portuguses de incluírem, na sua esfera de soberania, área mais vasta do que permitia a posição aproximada daquele célebre meridiano. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XVI - Traçado do meridiano divisório entre as possessões de Portugal e Espanha a oeste, segundo várias concepções uma das quais o fixava a cem léguas de qualquer das ilhas das Açores ou Cabo Verde. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XV - Uma das muitas cartas de autoria de Jean Baptiste Bourguignon D'Anville (1697-1782). |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XIV - Esquema que mostra o traçado das loxodrómias numa carta plana quadrada (linhas pontuadas) e uma carta de latitudes crescidas (linhas cheias), segundo reprodução de Luciano Pereira da Silva, em um dos seus trabalhos. |
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Ribault, Jean Yves La Cathédral de Bourges. Les Nouvelles Éditions Latines. Paris. Catedral de Bourges Fig. 14, p. 19 - Planta da Catedral (a linha das setas indica o itinerário aconselhado pelo autor). |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XIII - Planisfério anônimo de cerca de 1519, conhecido também como "Kunstmann IV", por ter sido reproduzido por Friedrich Kunstmann, no seu célebre Atlas, 1859. Sua autoria é hoje atribuída a Jorge Reinel. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XII - Astrolábio marítimo segundo uma representação na Carta Universal de Diogo Ribeiro de 1529, com a indicação do seu uso na medição da altura sul. |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. XI - As Antilhas, sete cidades e Ilha Brasil, no mapa de Graciosus Benincasa, 1482 (original: Biblioteca da Universidade de Bolonha, Itália). |
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Cortesão, Jaime História do Brasil nos Velhos Mapas. Departamento de Imprensa Nacional, Ministério das Relações Exteriores. Instituto Rio Branco, Tomo I. Rio de Janeiro, 1957. Brasil - Mapas Fig. X - Caravelão, barco ligeiro e agil usado na pesca e na guerra. O seu principal papel era o de trazer notícias das armadas e dos seus sucessos, escapando, pela sua rapidez, aos assaltos e abordagens por parte de navios estrangeiros. |